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BIOCOMBUSTÍVEIS

UTILIZAÇÃO DA RENOVACALC PARA AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DE CARBONO DO ETANOL COMBUSTÍVEL

Anna Leticia Montenegro Turtelli Pighinelli1, Nilza Patrícia Ramos1, Marília Ieda da Silveira Folegatti1

1Embrapa Meio Ambiente
E-mail: anna.pighinelli@embrapa.br
O RenovaBio é a Política Nacional de Biocombustíveis (Lei 13576 de 26/12/2017) e prevê um tratamento diferenciado para os biocombustíveis que tiverem uma baixa emissão de Gases de Efeito Estufa em seu ciclo de vida. A meta do RenovaBio é reduzir as emissões de GEE no setor de transportes em 10,2% pelos próximos 10 anos, comparadas aos níveis de 2017. Dessa forma, entre 2019 e 2029, o Brasil deverá evitar a emissão de 686 milhões de toneladas de CO2eq por meio da substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis. O objetivo desse estudo foi avaliar a intensidade de carbono do etanol combustível, no âmbito do RenovaBio. O primeiro cenário avaliou aspectos agronômicos de produção, variando-se a quantidade de insumos utilizados, como por exemplo, ureia e vinhaça. No segundo cenário, avaliou-se o impacto do recolhimento de palha na intensidade de carbono do biocombustível, enquanto no terceiro cenário, avaliou-se o impacto da inclusão do milho na usina de etanol na entressafra da cana-de-açúcar. O estudo foi realizado utilizando a RenovaCalc, ferramenta de cálculo oficial do RenovaBio, que compreende um conjunto de planilhas em Excel e é utilizada para contabilizar a intensidade de carbono de biocombustíveis, resultando na Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA). A combinação da NEEA com o volume de biocombustível elegível comercializado irá resultar nos Créditos de Descarbonização (CBIOs), que serão comercializados no mercado financeiro, resultando em receita para as usinas de biocombustíveis. Os cálculos da intensidade de carbono são feitos com base na Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), considerando “Mudanças Climáticas” como categoria de impacto. O escopo “do poço à roda” foi assumido, de forma que todos os consumos de materiais e de energia ao longo do ciclo de vida do etanol, juntamente com todas as emissões ao meio ambiente, foram contabilizados. Os resultados obtidos com as simulações irão fornecer recomendações para o setor sucroenergético no âmbito do RenovaBio, tanto relacionadas à intensidade de carbono do etanol produzido em cada cenário, quanto em relação ao benefício gerado com a comercialização de CBIOs.

Palavras-chave: RenovaBio, cana-de-açúcar, milho.

Agradecimentos: Embrapa Meio Ambiente e ANP


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