Logo de II ConER

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Entendi

Informe as credenciais

Fechar janela

Ainda não possuo cadastro

Esqueci minha senha

Anais do Evento

Download do arquivo PDF dos Anais do II Congresso de Energias Renováveis

BIOCOMBUSTÍVEIS

REMOÇÃO DE SULFETO DE HIDROGÊNIO PARA A PURIFICAÇÃO DO BIOGÁS EM UNIDADE EXPERIMENTAL MULTIPROPÓSITO

Vinícius Carminati1, Daniel Sena Marins2, Ana Carolina de Camargo2, Eliane Soares da Silva2, Helton José Alves2

1Laboratório de Materiais e Energias Renováveis (LABMATER), Universidade Federal do Paraná (UFPR – Setor Palotina), Palotina-PR, Brasil., 2Laboratório de Materiais e Energias Renováveis (LABMATER), Universidade Federal do Paraná (UFPR – Setor Palotina), Palotina-PR, Brasil
E-mail: viniciuscarminati@gmail.com
O biogás é um combustível alternativo oriundo de processos de biodigestão anaeróbica da biomassa que se destaca por apresentar elevado conteúdo energético ao teor de metano presente em sua composição (normalmente de 55 a 70%). Muitas vezes o biogás é utilizado de forma in natura em secadores, turbinas e na queima direta em caldeiras, porém, tendo em vista outras formas de aplicações como em motores geradores de energia elétrica e veiculares seu uso se torna inviável uma vez que em sua composição estão presentes componentes indesejáveis como H2S, NH3 e H2O, os quais são responsáveis por reduzir o poder calorífico, causar corrosão e formar produtos secundários como gases nocivos ao meio ambiente (SO2 e SO3). Dessa forma, é necessário empregar processos e tecnologias de tratamento capazes de purificar o biogás até o mesmo atingir parâmetros de qualidade adequados afim de torná‑lo mais vantajoso e eficiente. Neste contexto, este trabalho tem como objetivo avaliar a capacidade de remoção do H2S com carvão ativado utilizando unidade experimental multipropósito de escala laboratorial com leito de adsorção. Para o planejamento experimental foram adotadas como variáveis as seguíntes condições operacionais na adsorção: pressão interna do leito de adsorção, vazão de saída de gás, temperatura, quantidade de material adsorvente (carvão ativado comercial) e concentração de H2S (ppm). As amostras de carvão foram analisadas pela técnica de fisissorção de N2 e CO2, sendo para N2 a área superficial específica determinada pelo método de BET (Brunauer-Emmett-Teller) e BJH (Barret-Joyer-Halenda) para volume e diâmetro de poros, para análises de CO2 utilizou-se o método de DFT (Density Functional Theory). Nos ensaios de adsorção de H2S foi possivel remover 1000 ppm de H2S durante uma hora e trinta minutos, sendo que o adsorvente não saturou mesmo após quatro horas e quarenta minutos.

Palavras-chave: carvão ativado, microporos, adsorção, purificação de gases

Agradecimentos: Ao CIBiogás/ITAIPU-Brasil (Projeto P,D&I UFPR 80-2018), ao CNPq à Fundação Araucária-PR.


Pesquisa por resumos apresentados

Pode-se escolher por um ou mais filtros de pesquisa