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BIOCOMBUSTÍVEIS

Aspectos tecnológicos da produção de biodiesel a partir do sebo bovino: uma revisão bibliográfica

Paulo Roberto da Silva1, Eliana Mossé Alhadeff1

1Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
E-mail: roberto1silva@yahoo.com.br
O sebo bovino é um dos subprodutos gerados nas indústrias de matadouros e frigoríficos e geralmente são vinculadas as graxarias existentes nestes estabelecimentos. Com o advento de tecnologias de produção de biocombustíveis, este tipo de gordura animal tornou-se relevante na produção de biodiesel, alcançando nos últimos anos o posto de segunda matéria-prima mais utilizada na produção de biodiesel no Brasil. Este trabalho tem por objetivo realizar um monitoramento tecnológico através do levantamento de publicações científicas, compreendidas no período de 2009 a 2019, que utilizaram sebo bovino para produção de biodiesel, visando a identificação dos principais parâmetros recorrentes nas publicações. Para isso, foi realizado uma abordagem metodológica bibliométrica e de análise de conteúdo, no qual utilizou-se palavras-chave nas bases de dados eletrônicos Web of Science, Scopus e SciELO. A triagem inicial de aproximadamente 1081 publicações gerou um total de 26 artigos técnicos que eram específicos ao tema proposto, sendo que 22 deles foram conduzidos por catalisadores (homogêneos, heterogêneos ou enzimáticos) e destes ao menos 06 artigos envolveram técnicas como micro-ondas, rádio frequência ou ultrassom assistida. Outras 04 publicações versavam sobre processos não catalíticos, como aquelas observadas nas áreas supercrítica ou subcrítica. A pesquisa revela que num período de dez anos o processo mais utilizado para a produção de biodiesel de sebo bovino foi a transesterificação homogênea alcalina, e que outros métodos de produção ainda não estão completamente difundidos. Além disso, é necessária a participação de toda comunidade científica e agências governamentais para aumentar a viabilidade dessas tecnologias e a produção de biodiesel de sebo bovino no futuro.

Palavras-chave: gordura animal, biocombustível, análise bibliométrica.

Agradecimentos: Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC)


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