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BIOMASSA

ANÁLISE DA BIOMASSA DE RESÍDUOS LIGNOCELULÓSICOS

Maria Fernanda Felippe Silva1, Claudinei Henrique Ferreira Rodrigues2, João Vítor Felippe Silva2, Carlos Manuel Romero Luna1, Cristiane Inácio de Campos1, José Claudio Caraschi1

1Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Campus de Itapeva, 2Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá – FEG/Campus de Guaratinguetá
E-mail: mff.silva@unesp.br
Com a alta demanda por energia e procura por novos métodos que não utilizem combustíveis fósseis, uma das alternativas para a produção de energia é a biomassa vegetal. Para avaliar a potencialidade de um biocombustível é necessário o conhecimento preliminar do seu poder calorífico e do teor de umidade. Um outro fator importante, é o teor de cinzas da biomassa que afeta a manipulação e o custos de processamento da conversão global de energia da biomassa. O presente trabalho teve como objetivo a análise do poder calorífico superior e do teor de cinzas de diferentes biomassas oriundas de resíduos lignocelulósicos. As biomassas analisadas foram os resíduos agroindustriais (semente de algodão com línter, bagaço de cana-de-açúcar e bagaço de sorgo sacarino) e os resíduos florestais do processamento da madeira (casca, cavaco e serragem de madeiras) e resíduos industrial (cinzas de caldeira de biomassa). O poder calorífico superior (PCS) e o teor de cinzas (TCz) foram determinados segundo as normas ASTM E 711-87 (2004) e ASTM D 1102-84 (2013), respectivamente. Os resultados mostraram que os resíduos agroindustriais apresentaram valores de PCS semelhantes aos resíduos florestais, mas com variação no TCz. Os valores do PCS das amostras variaram de 18716 a 22242 kJ kg-1, sendo que os resíduos que tiveram maior destaque foram a casca de Pinus sp. (22242 kJ kg-1) e a semente de algodão com línter (22188 kJ kg-1). Já as cinzas de caldeira de biomassa apresentaram baixo PCS (3249 a 8816 kJ kg-1) e alto TCz (62,7 a 77,4%), em comparação com os outros resíduos lignocelulósicos que variaram de 0,13 a 4,6% o TCz, porém podem ser aproveitados por apresentarem potencial energético. Concluiu-se que os resíduos lignocelulósicos são uma boa fonte de matéria-prima que podem ser considerados como biocombustíveis renováveis para a geração de energia.

Palavras-chave: biomassa vegetal, poder calorífico superior, resíduos lignocelulósicos.

Agradecimentos: Os autores agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq pelo Auxílio financeiro (Processo – 439125/2018-9).


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O congresso visa o encontro de profissionais, pesquisadores, centros de pesquisa, empresas e universidades para debater o uso e aplicação dos tipos de energias renováveis, bem como sua importância na sociedade, incentivando a pesquisa e o desenvolvimento científico por meio de palestras e apresentações de trabalhos.