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BIOCOMBUSTÍVEIS

AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DE SÓLIDOS ATRAVÉS DA CODIGESTÃO ANAERÓBIA DE BIOPOLÍMERO DE AMIDO DE MILHO EM ÁGUA RESIDUAL DE SUINOCULTURA

Anderson Rodrigo Heydt1, Thompson Ricardo Weiser Meier2, Paulo André Cremonez3, Joel Gustavo Teleken1

1Universidade Federal do Paraná, 2Universidade Estadual do Oeste do Paraná , 3Universidade Estadual do Oeste do Paraná
E-mail: andersonrheydt@gmail.com
O consumo excessivo de produtos industrializados, contribuiu na intensificação da geração de embalagens, sendo maioria obtida de fontes não renováveis e quando dispostas no meio ambiente demoram anos para se decompor. Com isso, pesquisas foram desenvolvidas para obter polímeros de curta degradação, surgindo os biopolímeros. Devido à alta degradabilidade, os biopolímeros não podem ser descartados juntamente a plásticos comuns, pois contribuem na contaminação e dificuldade de separação. A codigestão anaeróbia é uma alternativa, onde realiza a degradação da matéria orgânica em ambiente anaeróbio através de microrganismos, gerando biofertilizante e biogás. O presente trabalho visa realizar a degradação e avaliar a remoção de sólidos totais e voláteis do biopolímero produzido de amido de milho através da codigestão anaeróbia com água residual de suinocultura em fase mesofílica. Na condução do processo foram utilizados reatores confeccionados em PVC com alimentação batelada, com volume total de 4 litros e volume útil de 3,2 litros, respeitando 20% de volume livre. O substrato foi composto por 20% de inóculo obtido de biodigestor modelo canadense de dejeto suíno, 80% de água residual de suinocultura e biopolímero de amido de milho. O biopolímero foi adicionado em concentrações de 0 (controle); 1; 3; 5 e 7 % de massa de biopolímero por volume útil de reator, denominadas de Branco, M1, M3, M5 e M7 respectivamente. Realizou-se triplicata em cada tratamento onde o tempo de retenção hidráulica total foi 25 dias. Avaliou-se os sólidos totais (STT) e sólidos totais voláteis (STV) pelo método gravimétrico 2540-B e 2540-E respectivamente. Na remoção de STT o tratamento mais eficiente foi o M7 com adição de 7% de massa de biopolímero por volume útil de reator com valor igual a 67,76% (±8,78). A maior remoção de STV foi através do tratamento M1 com adição de 1% de massa de biopolímero por volume útil de reator, totalizando uma remoção de 74,54% (±5,17). Devido à alta degradabilidade do biopolímero, tem-se a formação de ácidos, onde contribuem na acidificação dos reatores durante a codigestão anaeróbia inibindo os microrganismos responsáveis pela degradação diminuindo a sua eficiência de remoção de sólidos voláteis em função do aumento de sua adição.  

Palavras-chave: polímeros biodegradáveis, mesofílica, sólidos totais.

Agradecimentos: Laboratório de Produção de Biocombustíveis (LPB), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


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