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BIOMASSA

Estudo de comportamento térmico em atmosfera inerte de duas microalgas marinhas para produção de energia

Yemall Alexander Maigual Enriquez1, Camilo Lenin Guerrero Romero2, Patricio Renê Tarapuez Chingal2, John Elvis Acosta Portillo2, Ana Sofía Builes Galindo2, Diana Carolina Naspirán Jojoa2, Ana Gabriela Fajardo Rosero2, Leandro Cardoso de Morais3

1Departamento de Recursos Hidrobiológicos - Universidad de Nariño - Facultad de Ingeniería - Universidad Cooperativa de Colombia, 2Departamento de Recursos Hidrobiológicos - Universidad de Nariño, 3Instituto de Ciência e Tecnologia, UNESP - Sorocaba
E-mail: alex.feisunesp@gmail.com
A pirólise de algas é uma rota de interesse na produção de substâncias renováveis como o bio-óleo. Devido a complexa estrutura das algas é necessário descrever sua decomposição térmica em uma ampla faixa de temperatura e avaliar a cinética da reação. Cepas das algas marinhas Nannochloropsis sp com salinidade de 36 ppt e Tetraselmis sp com 30 ppt de salinidade foram cultivadas no laboratório sob sistema estático, utilizando como fonte de nutrientes a solução F/2, com iluminação artificial por lâmpada tipo LED. Para determinar o comportamento térmico das amostras secas utilizou-se o analisador térmico simultâneo SDTQ600 TGA-DSC. Para cada análise foi utilizado aproximadamente 1,8 mg de amostra. Posteriormente a amostra calcinou-se em cadinho de platina em atmosfera inerte de nitrogênio, fluxo de 100 mL min-1 e razão de aquecimento constante de 10°C min-1 desde temperatura ambiente de 25°C até 600°C. O “software” utilizado para obtenção das TG/ DTG/DTA foi o TA Instruments-Universal Analysis 2000 v.4.5A. As duas algas apresentaram perdas de massa (Curva TG) ligada a umidade residual até 150°C, vista no pico da curva derivada termogravimétrica (DTG). Depois, entre os 160°C e os 400°C existe a maior perda de massa observando picos na temperatura de 262°C para Tetraselmis sp e 292°C para Nannochloropsis sp podendo se dever a presença de carboidratos e proteínas . Entre os 400°C até os 600°C pode ser observado outra perda de massa, sendo menor que as anteriores com pico na temperatura aproximada de 440°C, tal vez pela presença de lipídeos. A presença destas substancias são indicadores de uma biomassa com quantidades consideráveis de energia para ser utilizadas como biocombustíveis.

Palavras-chave: algas, TG, DTG, pirólise.

Agradecimentos: Departamento de Recursos Hidrobiológicos - Universidad de Nariño Facultad de Ingenieria - Universidad Cooperativa de Colombia Laboratorio de Biomassa e Bionergia - UNESP, Sorocaba


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